Graduei-me em administração de empresas pela Estácio BH, em 2018. No final deste mesmo ano passei no mestrado em antropologia na UFMG propondo uma pesquisa sobre gênero e raça. Ao longo do mestrado trabalhei com um grupo de homens negros de Belo Horizonte. Em 2020, inicie meu trabalho em organizações privadas através de palestras sobre relações raciais. Desde então venho estudando e me especializando mais sobre os temas relacionados a raça e gênero. Em 2021 criei um projeto de cursos sobre relações raciais no Brasil chamado "Jornada Antirracista", que hoje é uma plataforma que reune todos os cursos já criados por mim. passei a ministrar formações em grandes empresas privadas, em parceria com empresas de diversidade e inclusão, como a Profera, onde sou um dos professores. Em 2023 desenvolvi um método de ensino dos conceitos de raça e gênero através de atividades que conectam a teoria às vivências das pessoas. Em 2024, passei para o doutorado em antropologia na UFMG, onde pesquiso e trabalho com ações afirmativas. Em 2025, comecei a fazer parte do corpo docente da pós graduação de racismo decolonização e gênero, da Escola Mineira de educação. Hoje, levamos o conhecimento adquirido nas leituras e na universidade para as pessoas de modo geral, e procuramos mobiliza-las para a construção de uma sociedade mais justa.
Temas que trabalhamos
Trabalhar raça, identidade e as implicações do racismo tem se tornado uma necessidade inadiável dentro do ambiente organizacional. Capacitar colaboradores e lideranças para compreenderem e lidarem com situações de racismo, pode melhorar o ambiente e a produtividade dos colaboradores, uma vez que os impactos psicológicos do racismo interferem diretamente no bem estar e na performance dos indivíduos. Focamos no aprendizado dos tipos e das formas de manifestação do racismo.
O Brasil é o quinto país que mais mata mulheres no mundo. As violências e discriminações de gênero também são uma realidade no ambiente de trabalho. Por isso, nosso foco é direcionar nossas ações no dialogo com os homens. Entendemos que é necessário promover formações que envolvam os homens na discussão sobre violência de gênero e os tornem possíveis aliados na luta em favor do bem estar das mulheres. Entendemos também que a participação das mulheres nessas ações é fundamental para seu sucesso.
Ações afirmativas são medidas de cunho temporário que visam corrigir desigualdades históricas. Embora elas estejam muito ligadas ao poder público, ações afirmativas podem e devem ser adotadas por empresas privadas visando produzir um ambiente mais diverso e inclusivo. Matéria publicada na revista Exame aponta que diversidade é boa para os negócios, pois impulsiona inovação, criatividade e lucratividade. Em suma, um local de trabalho mais diverso faz bem à saúde da organização.
Nossos métodos
Nesta modalidade, propomos abordar temas como raça e gênero dentro de uma aula curta e didática, apresentando conceitos de forma simples e exemplificando com situações cotidianas vivenciadas pelos participantes. Este é um momento que conectamos os conceitos e teoria com as memórias de episódios vividos pelos colaboradores, fazendo com que eles saiam dos encontros entendendo situações de discriminação que ocorrem no seu dia a dia.
Na dinâmica de grupo, utilizamos um método de transmissão do conteúdo que objetiva a aprendizagem dos conceitos através da experiência prática levando em conta a realidade dos participantes. Nesta modalidade, construimos oficinas e dinâmicas coletivas que possibilitam a compreensão da teoria na prática. Este é um momento onde o ministrante se torna um mediador, e os colaboradores falam e participam muito mais do que o especialista.
Empresas em que já conduzimos alguma formação ou treinamento