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Pesquisa de leitura racial realizada no perfil Afroestima2 para entender como as pessoas leem uma pessoa negra/parda ou negra de pele clara.
Senso comum também pode ser entendido como as ideias dos grupos hegemônicos capilarizadas no imaginário social. A crença em um pais racialmente democrático limitou a compreensão sobre como o racismo se manifesta no cotidiano das pessoas. Também há aqueles que acreditam que diferença dos EUA, não há racismo no Brasil. Este e-book aborda as diferentes formas de atuação do racismo e aborda as principais falas do senso comum que sustentam o mito da democracia racial. De forma muito bem embasada, através de artigos, livros e matérias de jornais, o livro digital desmonta cada uma dessas falácias.
Existem brancos em um país miscigenado? Bom, segundo muitas pessoas lidas e tratadas como brancas no Brasil ser banco em um país mestiço é impossível. Isso, porque muitos ainda tem a ideia de que brancos são europeus e norte americanos. A ideia de brancura é atrelada a uma ideia de pureza ancestral na qual não se pode haver mistura em gerações passada. Ocorre que raça é uma construção social e depende de contexto histórico para fazer sentido. Sendo assim, o contexto de cada região do globo determinará quem é branco naquela região. Neste e-book, fazemos uma revisão bibliográfica dos principais trabalhos sobre branquitude no Brasil, e adicionamos uma discussão sobre a branquitude brasileira. Ao contrário do que muitos dos brancos pensam, existem brancos e eles são bem visíveis.
Quem são os homens negros? A complexidade de sua existência é discutida? Em uma sociedade que educa meninos a se tornarem homens rígidos, implacáveis, másculos, que não demonstrem insegurança e nem falem sobre sentimentos, para os homens negros a cobrança é maior. A pele negra, no ocidente, entre seus significados adquiriu o de força, brutalidade, aterrorizante. Se para um homem branco demonstra vulnerabilidades é algo condenável, para um homem negro é algo inconcebível. Fanon escreveu que o homem negro não é um homem, é um negro. Esta constatação nos alerta para as diferenças existentes entre os homens no que tange aos privilégios do patriarcado. Neste e-book, convido você a conhecer um pouco da bibliografia sobre masculinidades e masculinidades negras e a aprofundar o debate sobre o "homem invisível", para que, enfim, ele deixe de ser invisível.
A constituição racial brasileira ainda é uma incógnita para um grande número de pessoas que não sabem se classificar. Diferente dos EUA, onde a lei de uma gota de sangue estabeleceu a dicotomia branco/negro, sendo negro aquele que possui origem negra. No Brasil, o alto grau de miscigenação e a fabula do país mestiço ainda produzem sérias duvidas sobre a pertença racial dos brasileiros, sobretudo nos de descendência africana. Não saber se classificar é a realidade de muitas pessoas no Brasil. Este e-book reúne uma série de discussões acerta do limbo racial e colorismo na realidade brasileira. O intuito é ajudar você a entender melhor como funciona a leitura racial do "ser negro" no Brasil.